quinta-feira, 8 de outubro de 2015

Flora Izabel lamenta discurso repetitivo da oposição contra Dilma e PT

A deputada Flora Izabel (PT) ocupou a tribuna da Assembleia Legislativa na sessão desta quinta-feira (8) para falar sobre o Encontro Nordestinos de Mulheres Positivas, que reúne mulheres portadoras do vírus da Aids.

 “Vi alegria e conscientização dessas mulheres, que convivem com o vírus”. Flora Izabel rebateu a fala do orador que a antecedeu na tribuna, deputado Robert Rios (PDT), que fez duras críticas ao PT e à presidente Dilma Rousseff.

“Não poderia deixar de responder ao discurso do deputado Robert Rios, um discurso repetitivo; Ele não fala sobre o partido dele, mas se preocupa com o PT.

Mais adiante Flora acentuou que “é importante dizer que o PT vivenciou muitas adversidades, sempre quebrando os dogmas e paradigmas desde a fundação desse partido. No PT a democracia impera, os poderes são respeitados”, ressaltou.

Flora Izabel argumenta que tem escutado um discurso repetitivo e incoerente, onde se comemora o ministro que votou de forma diferenciada, o procurador que votou de forma diferente do que pensa o PT.

“Isso mostra que o nosso partido não faz patrulhamento, não engessa os poderes, como agora em São Paulo, onde o PSDB colocou sob segredo de justiça, por 25 anos, o escândalo do metrô. Não vai se poder falar nada sobre a CPI do Metro de São Paulo por 25 anos.

Continuamos a dizer que a rejeição das contas da presidente Dilma foi parecer prévio, que não se sustenta por que não há prova. E a antecipação do voto pelo relator o deixou sem condições de continuar a frente do processo.

Mais adiante disse Flora Isabel:  “Se Eduardo Cunha fosse do PT ele já teria deixado a presidência da Câmara e já estaria cassado”,

A deputada foi aparteada pelos deputados Cícero Magalhães e Aluísio Martins que também questionaram as acusações feitas pelo deputado Robert Rios.

Eles questionaram as chances que o PT tem de disputar a eleição para a Prefeitura de Teresina e a reação dos ricos pelo crescimento das oportunidades que os pobres passaram a ter nos Governos do PT.


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