Quando a TV anuncia que o horário de verão vai começar à
zero hora do dia 18 deste mês, ninguém liga porque o Piauí não está incluído entre Estados que devem mudar o relógio
adiantando-o em uma hora.
O problema é que muda sim porque os aviões, os bancos e
demais repartições e até o ENEM, cujas provas começam no dia 24, atendem o
horário de Brasíia. Isto é uma hora a mais.
O comércio de Teresina e as repartições não modificam seu
horário, mas quem quiser viajar e ir ao banco deve atender o que determina o
horário de Brasil. E assim, o piauienses, quando vê, está todo tomado pela
mudança no relógio.
Se for viajar então a loucura é maior: ele terá que dormir
no horário normal do Piauí e acordar uma hora mais cedo. Se não o fizer perde o
avião
Todo ano é a mesma coisa. Sempre que o calendário aponta
para a proximidade do final do ano, temos que, a partir de uma data específica,
adiantar nossos relógios em uma hora. Esse é o nosso horário de verão.
O horário de verão foi inventado há muito tempo, no ano de
1784, por Benjamin Franklin, que, na época, teve essa ideia de alterar o
horário para economizar as velas que eram utilizadas para iluminar as casas e
as ruas.
Mas foi na I Guerra Mundial
(1914-1918) que esse horário foi adotado mais definitivamente, tanto pela
Alemanha quanto pela Inglaterra, difundindo-se depois por toda a Europa e em
outros inúmeros países.
A ideia é simples: ao adiantarmos os relógios, os dias
demoram mais para anoitecer, fazendo com que gastemos menos energia elétrica
com as lâmpadas, ou seja, aproveitamos mais a luz do sol para as nossas
atividades.
No caso do Brasil,
adiantamos o relógio em uma hora, mas existem países que adiantam em duas horas
e outros que diminuem o horário, tudo a depender do que for mais conveniente
para o país.

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