sábado, 10 de outubro de 2015

Vem aí o horário de verão e o piauiense pensa que nada vai mudar.



Quando a TV anuncia que o horário de verão vai começar à zero hora do dia 18 deste mês, ninguém liga porque o Piauí não está incluído entre  Estados que devem mudar o relógio adiantando-o em uma hora.


O problema é que muda sim porque os aviões, os bancos e demais repartições e até o ENEM, cujas provas começam no dia 24, atendem o horário de Brasíia. Isto é uma hora a mais.


O comércio de Teresina e as repartições não modificam seu horário, mas quem quiser viajar e ir ao banco deve atender o que determina o horário de Brasil. E assim, o piauienses, quando vê, está todo tomado pela mudança no relógio.


Se for viajar então a loucura é maior: ele terá que dormir no horário normal do Piauí e acordar uma hora mais cedo. Se não o fizer perde o avião
Todo ano é a mesma coisa. Sempre que o calendário aponta para a proximidade do final do ano, temos que, a partir de uma data específica, adiantar nossos relógios em uma hora. Esse é o nosso horário de verão.


O horário de verão foi inventado há muito tempo, no ano de 1784, por Benjamin Franklin, que, na época, teve essa ideia de alterar o horário para economizar as velas que eram utilizadas para iluminar as casas e as ruas.


Mas foi na I Guerra Mundial (1914-1918) que esse horário foi adotado mais definitivamente, tanto pela Alemanha quanto pela Inglaterra, difundindo-se depois por toda a Europa e em outros inúmeros países.


A ideia é simples: ao adiantarmos os relógios, os dias demoram mais para anoitecer, fazendo com que gastemos menos energia elétrica com as lâmpadas, ou seja, aproveitamos mais a luz do sol para as nossas atividades.


No caso do Brasil, adiantamos o relógio em uma hora, mas existem países que adiantam em duas horas e outros que diminuem o horário, tudo a depender do que for mais conveniente para o país.


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